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Fadiga

A fadiga pode ser definida como uma sensação subjetiva e persistente de cansaço físico, emocional e/ou cognitivo, relacionada ao câncer ou ao seu tratamento com radioterapia, quimioterapia ou imunoterapia. Pode persistir por meses ou anos após o término do tratamento e dificilmente alivia com descanso. Representa uma causa de declínio funcional com impacto na qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Pouca importância tem sido dada pelos médicos já que é um sintoma muito comum entre os pacientes durante o tratamento e o seu manejo exige integração de várias especialidades como o nutricionista, psicólogo, educador físico, médico de suporte e terapias complementares.

Programa personalizado de atividade física

Indicações

Descrição do tratamento

Evidências Científicas

Intervenção Nutricional Oncológica

Indicações

Descrição do procedimento

Terapia Cognitiva-Comportamental

Indicações

Descrição do procedimento

Acupuntura

Indicações

Descrição do procedimento

Médico de Onco-Suporte

Indicações

Descrição do procedimento

Evidências Científicas

Alguns estudos randomizados mostraram benefício do uso de psicoestimulantes, principalmente, no contexto da fadiga severa (7-10) e/ou doença avançada. Estas medicacoes, porem, não devem ser usadas como medida preventiva. São recomendadas aos pacientes com doença oncológica ativa, refratários às medidas não farmacológicas e após a exclusão de fatores físicos causais como, anemia, hipotireoidismo, interações medicamentosas, dor, distúrbios do sono ou nutricionais, por exemplo. Os psicoestimulantes devem ser utilizados com cautela em pacientes idosos.

Um estudo fase III que randomizou 364 pacientes para receberem placebo versus Wisconsin ginseng, demonstrou melhora dos sintomas no grupo que recebeu ginseng.

Tal benefício foi evidenciado com significância estatística após 8 semanas de tratamento nos pacientes com doença oncológica ativa.

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