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Cânceres de pele

Publicado em 10/12/2019

O CÂNCER da pele responde por 33% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil, sendo que a cada ano, cerca de 180 mil novos casos são registrados. 
 
• A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a camadas da pele. De acordo com a camada afetada é definido o tipo de câncer.
 
• A exposição excessiva ao sol é a principal causa do câncer da pele.
 
• O tipo mais comum é o câncer da pele não melanoma, que tem letalidade baixa, porém pode deixar sequelas estéticas importantes.   
 
• Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele.
 
• Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos, tem baixa letalidade e surge nas células basais, que se encontram na camada mais profunda da epiderme. O CBC se desenvolve mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. 
 
• Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer da pele, surge nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Também é mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço, entre outros.
 
• Melanoma: tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade, mas as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele. Normalmente, surgem nas áreas do corpo mais expostas à radiação solar. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta em tons acastanhados ou enegrecidos. Deve-se suspeitar se ela mudar de cor, de formato ou de tamanho ou apresentar sangramento. 
 
• Os tratamentos são individualizados para cada tipo de câncer da pele e para cada paciente, podendo ser mais ou menos agressivos, incluindo desde medicações tópicas até cirurgias mais ou menos invasivas, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e terapia alvo.
 
• A prevenção a exposição solar excessiva e fotoproteção cutânea aos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos.
 
• Dentre as medidas de proteção podemos citar o uso de chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares regularmente, sendo que nesses últimos é importante o uso na quantidade correta e a frequência de reaplicação. Além disso, evitar a exposição solar entre 10 e 16 horas e manter bebês e crianças protegidos do sol. A observação regular da própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas, e avaliação anual com um dermatologista são medidas eficazes na prevenção dos cânceres da pele.   
 
 
Dra. Ingrid Priscila Ribeiro Paes Ferraz
Dermatologista
 
 
 
 
 
Fontes:
 
1. Manual da Sociedade Brasileira de Dermatologia
2. Consenso Brasileiro de Fotoproteção Solar
 




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