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Quimioterapia

O que é?

A quimioterapia é uma modalidade de tratamento que utiliza medicamentos que interferem ciclo celular das células neoplásicas, causando sua destruição. Ao contrário da radioterapia ou cirurgia que tem como alvo áreas específicas, a quimioterapia é sistêmica e alcança todo o corpo. Ela age sobre as células tumorais que crescem e se dividem rapidamente, mas algumas células saudáveis de rápido crescimento também podem ser atingidas, como as da pele, cabelo, intestino e medula óssea. Os efeitos colaterais são provocados pelo impacto da quimioterapia sobre as células saudáveis.

A quimioterapia pode ser utilizada em 5 cenários de tratamento:

Em todos os casos, o tratamento é acompanhado pelo médico oncologista que avalia a eficácia da terapêutica adotada e decide, a partir dos resultados e das reações orgânicas apresentadas em cada paciente, a necessidade de adotar algum ajuste em relação ao tratamento. Além da quimioterapia, existem outros medicamentos utilizados, como antagonistas hormonais, anticorpos monoclonais e algumas modalidades da chamada terapia alvo-dirigida.

Como é feita a aplicação?

A aplicação da quimioterapia é definida pelo médico oncologista e pode ser realizada durante a internação, em ambulatório ou em casa. O esquema de tratamento difere conforme a característica de cada paciente, tipo de câncer e extensão da doença. Pode ser feita com apenas um tipo de medicamento ou com uma combinação de vários.

As doses são calculadas comumente pela superfície corporal baseado no peso e altura do paciente inseridos na fórmula de Dubois ou Mosteller. A carboplatina é calculada através da formula de Calvert baseado no peso, idade, sexo e nível sérico de creatinina. O clearance de creatinina máximo na fórmula de Calvert é de 125 mL/min. Algumas drogas são baseadas apenas no peso do paciente utilizando miligramas/kg.

Os ciclos são os intervalos regulares entre as aplicações de cada esquema de quimioterapia seguido por um período de descanso, necessário para a recuperação dos efeitos colaterais das células normais do corpo, como das células hematopoiéticas. Cada droga ou combinação tem um cronograma de ciclos que oferece maior eficácia e menor toxicidade.

A via de administração principal é a intravenosa utilizando um acesso venoso periférico ou central. Cada droga tem um tempo específico de infusão para minimizar as reações infusionais e efeitos colaterais indesejáveis. Normalmente cada droga é infundida dentro de 1 a 3 horas. Quando existe dificuldade de acesso venoso periférico, administração de droga vesicante ou infusão contínua da quimioterapia por vários dias, é necessário a colocação de cateter venoso central, como o Port-a-cath ou o PICC. Não é necessário estar em jejum para quimioterapia. Recomenda-se uma refeição leve no dia da infusão.

O tratamento é administrado por enfermeiros especializados e técnicos de enfermagem, podendo ser feito das seguintes maneiras:

Efeitos Colaterais

O tratamento quimioterápico é complexo e pode ser mais ou menos agressivo, dependendo do tipo e da dosagem do medicamento aplicado. Isso porque ele interfere diretamente na produção de proteínas e bloqueia processos metabólicos comuns ao tumor e aos tecidos sadios como: medula óssea, couro cabeludo, pele e mucosas.

Os efeitos colaterais variam de pessoa para pessoa, mesmo entre aqueles que recebem o mesmo tratamento. O tipo de tratamento, bem como a dosagem e a frequência do tratamento, idade e outras condições de saúde também podem influenciar nos efeitos colaterais que cada paciente possa apresentar. Daí a importância da análise do oncologista em relação a fatores como idade, sexo, peso, condição de saúde e histórico médico, para determinar a melhor conduta de tratamento.

Os efeitos colaterais comuns causados ​​pelo tratamento quimioterápico incluem:

Alguns desses efeitos colaterais são transitórios e podem ocorrer apenas por alguns dias após a aplicação da quimioterapia. Outros efeitos colaterais podem durar um pouco mais ou, às vezes, persistir durante todo o tratamento. Mas, a maioria deles cessa após o término das sessões.

Em alguns casos os efeitos colaterais podem ser mínimos ou até inexistentes. Isso não significa que a quimioterapia não está fazendo efeito. É importante discutir todos os sintomas com médico que providenciará as orientações para aliviar grande parte dos efeitos colaterais.

Fontes: AC Camargo Câncer Center; NIH (National Cancer Institute); INCA (Instituto Nacional de Câncer); Instituto Oncoguia. American Cancer Society.

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