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Cirurgia

A cirurgia oncológica é um dos tripés para o tratamento do câncer, ao lado da quimioterapia e da radioterapia.

Essa especialidade médica é muito antiga. As principais referências datam de 1600 a.C., documentado nos papiros de Edwin Smith. No entanto, uma verdadeira escola de cirurgia oncológica teve início no final do século XIX, com William Stuart Halsted, que idealizou uma cirurgia radical para o câncer de mama. Nessa cirurgia, removia-se toda a mama, os músculos peitorais e os gânglios linfáticos das axilas, porém trazia transtornos estéticos, funcionais e psíquicos muito relevantes.

Este princípio ainda hoje se aplica a uma grande quantidade de outros tumores e tem como base a remoção do tumor primário e dos linfáticos loco-regionais. No entanto, progressos na quimioterapia, na radioterapia e nas novas técnicas cirúrgicas proporcionaram resultados cada vez melhores e cirurgias mais conservadoras.

A cirurgia oncológica passou por progressos nas últimas três décadas. Ela tem deixado de ser muito agressiva como era até a década de 1980 para ser mais conservadora e, consequentemente, mais complexa. Como exemplo, podemos citar o tratamento do câncer de mama, que até por volta de 1980 removia toda a mama. Hoje, realiza-se a cirurgia conservadora e, muitas vezes, a mama operada fica esteticamente melhor que a mama sem doença. Outro exemplo é o de portadores de tumores ósseos, especialmente o osteossarcoma, que até por volta de 1975 consistia em submeter os pacientes a amputações, além de cerca de 80% deles morrerem entre o primeiro e segundo ano de vida após o diagnóstico em decorrência de metástases pulmonares. Após 1980, com o aparecimento de drogas efetivas usadas no tratamento junto à cirurgia conservadora, as taxas de cura chegaram a 70%, fruto dos progressos no tratamento multidisciplinar.

A cirurgia oncológica é usada hoje no diagnóstico, estadiamento e tratamento de quase todos os tumores sólidos. Atualmente, o enfoque multidisciplinar de tratamento, que envolve a associação de diversas modalidades terapêuticas, gera melhores resultados em termos de cura, sobrevida e, principalmente, qualidade de vida.

O grande diferencial de tratar o câncer com um cirurgião oncologista é que, pela sua formação, ele tem o conhecimento detalhado da história natural dos tumores, da importância do estadiamento do tumor, de se estabelecer o planejamento terapêutico e da atuação multidisciplinar de todas as equipes envolvidas no tratamento personalizado do paciente, em cada uma das etapas, para o sucesso do tratamento.

Possíveis complicações e efeitos colaterais da cirurgia

Os efeitos colaterais mais comuns da cirurgia oncológica incluem:

Fontes: AC Camargo Câncer Center; NIH (National Cancer Institute); SBCO (Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica); Instituto Oncoguia.

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